Chego a conclusão de que sou igual criança pequena, daquelas que não perdem uma oportunidade de fazer arte (o que, nesse caso, e que fique bem frisado, nada mais é do que fazer algo que não devia. Não exclui o fato de que arte é expressão singular do ver, sentir e ouvir o que não deixa de ser um pouco subversivo!). Imagino que meu querido Deus deve olhar pra mim e pensar, "olha lá, um minutinho que me virei pra África e ela já tá aprontando... vem cá minha filha, vem para os braços do Papai."
E olha que já passei dos trinta!
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