segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A coxinha da madrasta - De salgadinhos e leis

E não adianta dar piti, a coxinha da madrasta caiu na boca do povo! Achei foi bom... Protesto criativo e musical é ainda mais legal! Que história é essa de gastar o dinheiro do povo no buffet da madastra e achar que pode. Defender que pode. Daqui a pouco tá legislando que pode - "Fica permitido o uso de verba indenizatória para o consumo de coxinhas na merenda vespertina, desde que devidamente adquiridas por encomenda ao buffet recomendado, vulgo, da madrasta." A cara de pau é tanta que o ser vereador ensaiou ameaças e processo por danos morais... Tomara que alguém tenha idéia de fazer uma serenata bem debaixo da janela dele. Com o bloco todo E bateria completa. Abaixo o link para o blog do autor se quiser a letra toda da marchinha.

http://umquetenha.org/uqt/?p=13854

E eu aqui em casa fiz foi um jantar temático hoje. Salada de lentinhas com cebolas e tomates picadinhos, temperada com muito limão e azeite, kibe e pãozinho árabe. Ficou ótimo. E muuuuito melhor que coxinha.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A ursa do domingo

Por que será que domingo à tarde a gente fica assim meio inerte, esperando, em estado de "quase-hibernação", economizando energias para a semana que começa. Estou praticamente uma ursa hoje!

Acabo de voltar de uma caminhada de 2.8km, obrigada, claro! Depois da adoção da Mila tive que rever alguns conceitos, tipo, andar é bom e cachorro gosta. Só que gastei quase a metade das energias que havia economizado a tarde toda. E minhas pernas agora doem. O ponto positivo é que Mila também está exausta e não preciso ficar monitorando o circuito sala-cozinha a 50km/h, só esperando a hora do abajur de pé cair no meu colo. Cada fina...

Obrigada Kelly, por jogar brasa na fogueira! E peço paciência... estou alongando os neurônios, exercitando os dedinhos e lentamente voltando a escrever... Um beijo grande procê, #1!!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lampião

Sergipe... o sertão, o rio, a praia... tudo muito diferente de tudo que já vi por aí. A paisagem dura, o povo curtido. Gostei. Em Piranhas, Alagoas, às margens do São Francisco, Márcio e Pedro, cabras-macho, enfrentavam o sol e calor pela trilha morro acima, a rota do cangaço, enquanto Ana e eu, nem de longe Marias-bonitas, nos refrescávamos no rio, num banho exclusivo e delicioso. Eu, de Lampião, não vi nem sombra, com perdão do trocadilho! Fica pra próxima. Mas quase tive que brigar pela limonada que as abelhas literalmente tomaram toda! Alías, nem foi briga, foi surpresa e susto, porque, sabiamente (ou covardemente, depende do ponto de vista) joguei a toalha e deixei pra elas. Eu, hein, brigar com abelha não é pra mim...

Voltando ao Sergipe, foi lá, em visita ao Complexo do Xingó, que minha admiração por D. Pedro II cresceu mais um tiquinho. Não é que ele foi, à cavalo, nos idos de séculos passados, até lá para ver de perto as quedas do rio e incentivar o desenvolvimento da região através da ligação via férrea com o sul! Eita que todo Pedro que conheço é batuta, sô!

Comemos comida sertaneja até. Pensei que fossemos entrar nos frutos do mar mas foi de carne de cordeiro (tenho cá minhas suspeitas que era bode ou cabrito, que vi muitos, o que já não posso dizer do cordeiro) que nos sustentamos.

Ah, eu agora fiquei com vontade de mergulhar naquele mar quentinho...