quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lampião

Sergipe... o sertão, o rio, a praia... tudo muito diferente de tudo que já vi por aí. A paisagem dura, o povo curtido. Gostei. Em Piranhas, Alagoas, às margens do São Francisco, Márcio e Pedro, cabras-macho, enfrentavam o sol e calor pela trilha morro acima, a rota do cangaço, enquanto Ana e eu, nem de longe Marias-bonitas, nos refrescávamos no rio, num banho exclusivo e delicioso. Eu, de Lampião, não vi nem sombra, com perdão do trocadilho! Fica pra próxima. Mas quase tive que brigar pela limonada que as abelhas literalmente tomaram toda! Alías, nem foi briga, foi surpresa e susto, porque, sabiamente (ou covardemente, depende do ponto de vista) joguei a toalha e deixei pra elas. Eu, hein, brigar com abelha não é pra mim...

Voltando ao Sergipe, foi lá, em visita ao Complexo do Xingó, que minha admiração por D. Pedro II cresceu mais um tiquinho. Não é que ele foi, à cavalo, nos idos de séculos passados, até lá para ver de perto as quedas do rio e incentivar o desenvolvimento da região através da ligação via férrea com o sul! Eita que todo Pedro que conheço é batuta, sô!

Comemos comida sertaneja até. Pensei que fossemos entrar nos frutos do mar mas foi de carne de cordeiro (tenho cá minhas suspeitas que era bode ou cabrito, que vi muitos, o que já não posso dizer do cordeiro) que nos sustentamos.

Ah, eu agora fiquei com vontade de mergulhar naquele mar quentinho...

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